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O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou, nesta quinta-feira (12/11), que o governo federal só vai prorrogar o auxílio emergencial caso haja uma segunda onda do coronavírus no Brasil.

A afirmação foi feita durante um evento promovido pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras). “Se houver uma segunda onda de pandemia, não é possibilidade, é uma certeza: vamos ter de reagir. Mas não é o plano A, não é o que estamos pensando agora”, afirmou Guedes.

O ministro também disse que, caso ocorra uma segunda onda, o governo agirá da mesma forma como procedeu na primeira. “Vamos ter que criar o estado de calamidade pública”, disse.

Não é a primeira vez que Guedes toca no assunto. Na última terça-feira (10/11), em teleconferência com a agência Bloomberg, ele já havia afirmado que o auxílio emergencial pode voltar a ser pago à população no ano que vem. Mas somente se o país for atingido por uma nova onda do coronavírus.

“Deixamos bem claro para todo mundo: se houver uma segunda onda no Brasil, temos já os mecanismos. Digitalizamos 64 milhões de brasileiros. Sabemos quem são, onde estão e o que eles precisam para sobreviver”, afirmou o ministro na ocasião.


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