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Entregadores de aplicativos fizeram protestos em cidades brasileiras nesta quarta-feira (1º). A mobilização nacional da categoria, que teve forte crescimento ao longo da pandemia do novo coronavírus, é por melhores condições de trabalho.

Houve protestos em cidades como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).

Os manifestantes não têm uma representação sindical. No entanto, em comum, incluíram na pauta de reivindicações os seguintes itens:

  • aumento do valor recebido por quilômetro rodado;
  • aumento do valor mínimo;
  • fim do que os entregadores consideram bloqueios indevidos;
  • seguro de roubo, acidente e vida;
  • auxílio pandemia (equipamentos de proteção individual – EPIs – e licença).

Em nota à imprensa, as empresas que integram a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que atuam no setor de delivery, informam que desde o início da pandemia foram tomadas diversas medidas de apoio, como distribuição gratuita ou reembolso pela compra de materiais de higiene e limpeza (máscara, álcool em gel e desinfetante) e a criação de fundos para pagar auxílio financeiro a parceiros diagnosticados com Covid-19 ou em grupos de risco.

Segundo a Amobitec, os entregadores cadastrados nas plataformas estão cobertos por seguro contra acidentes pessoais durante as entregas. A associação também informou estar aberta ao diálogo e que a mobilização desta quarta “não acarretará em punições ou bloqueios de qualquer natureza”.


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