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Um dia após a explosão de um armazém no Líbano, o governo brasileiro confirmou que uma brasileira está hospitalizada após se ferir na tragédia.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a esposa do adido da defesa se machucou e continua hospitalizada nesta quarta-feira (5/8). O estado de saúde dela não é grave e a mulher passa bem.

De acordo com o Palácio do Itamaraty, a vítima foi atingida na rua por estilhaços de vidro. O nome dela não foi divulgado.

Segundo a agência estatal de notícias do Líbano (NNA), com informações do Ministério da Saúde do país, são mais de 1113 mortos e mais de 4 mil feridos.

Era por volta de 12h30 no Brasil, 18h no horário local, quando uma forte explosão ocorreu na região portuária de Beirute. O explosão ocorreu em um armazém de guardava ocorreu nitrato de amônio

As causas da tragédia são investigadas. Não se sabe, por exemplo, se ocorreu um acidente ou um atentato terrorista. O galpão que centraliza as suspeitas da explosão funcionava desde 2014. Inicialmente ocorreram explosões menores, seguidas de uma maior.

De acordo com a imprensa local, o governo do Líbano sabia do armazenamento do nitrato de amônio, um tipo de fertilizante, mas pouco fez para descartá-lo.

O porto de Beirute fica ao lado do centro da cidade, que foi reconstruído após a guerra civil. A região tem hotéis, prédios residenciais, é perto de bairros tradicionais e conta com uma importante estrada que liga a capital ao norte do país.

No país, o incidente causou destruição em larga escala e atingiu prédios e cidades a quilômetros de distância. A preocupação é que a tragédia acentue ainda mais a crise econômica vivida na região.

Segundo a Associated Press, ainda há fumaça saindo do local da explosão. O governador de Beirute estima que mais de 300 mil pessoas estejam desabrigadas.

 

 


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