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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta quarta-feira (30/9) que firmou uma parceria com o Facebook, o Instagram e o WhatsApp para combater a disseminação de fake news e encaminhamento de mensagens em massa.

Além disso, o acordo permite que o Facebook e o Instagram divulguem medidas de segurança de combate à Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, durante as eleições municipais de novembro.

O WhatsApp disponibilizará um canal de comunicação para denunciar contas suspeitas de realizar disparos de mensagens em massa, o que é proibido.

“O TSE será a primeira autoridade eleitoral do mundo a ter um chart bot dentro do aplicativo, que permitirá aos eleitores interagirem com o Tribunal Superior Eleitoral no Whatsapp. Haverá um canal específico para que a Justiça Eleitoral e cidadãos possam denunciar contas suspeitas de fazerem disparos em massa”, explicou Aline Osorio, secretária-geral do tribunal em um evento virtual da Corte.

“Recebida a denúncia, o WhatsApp conduzirá uma apuração interna para verificar se as contas indicadas violaram as políticas do aplicativo. E, se for o caso, irá bani-las”, continuou.

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, afirmou que “é importante impedir que as redes sociais, que têm um papel agregador, sejam utilizadas muitas vezes com maus propósitos, seja para vantagem ilícita, difamar pessoas e destruir componentes essenciais à democracia”.

“Buscamos enfrentar o que tem sido chamado de comportamentos inautênticos coordenados: uso de robôs, perfis falsos, circulação em larga escala de notícias deliberadamente falsas. E enfrentar sem criar um novo mal, que seria a censura. A revolução tecnológica digital resultou nessa difusão dos computadores e no surgimento da internet”, disse.

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