A testagem da população é uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde para combater o avanço do coronaírus. No Tocantins, além do laboratório central do estado, alguns municípios adquiriram testes rápidos para atender a população. A rede particular de Palmas também está fazendo os exames para detectar o vírus, mas o preço é salgado, custa em média R$ 350.

Em um laboratório na região central de Palmas as coletas só estão sendo feitas em hospitais, com a solicitação do médico. “A pessoa tem que ter os sintomas: febre, tosse e falta de ar ou ter tido contato com algum paciente positivo. A gente todas essas recomendações para realizar o exame”, disse a biomédica Nayara Borba.

As amostras são enviadas para o laboratório de biologia molecular da rede, que fica em Brasília (DF). O resultado é divulgado em até 3 dias.

Em outro laboratório de Palmas, na região sul da cidade, não precisa de encaminhamento, mas é preciso que o paciente esteja apresentando algum sintoma. A medida é necessária porque não dá para testar todo mundo.

A procura pelo exame, segundo a biomédica Letícia Souza, tem sido grande. “Temos prioridade com pessoas que estão sentindo sintomas, que tem pacientes renais crônicos em casa ou que viajaram para fora. Então, temos essa prioridade porque não tem como atender a população inteira”, disse.

As amostras são colhidas das mucosas do nariz e boca. O material é enviado para São Paulo e demora até 10 dias para os resultados ficarem prontos. Segundo a biomédica isso ocorre por causa da diminuição nos voos.

“Tá tendo voos esporádicos, uma vez a cada três dias mais ou menos. Então, isso está atrasando muito. Está sendo difícil a gente cumprir com o prazo que damos para o paciente por causa dos voos”, disse a biomédica.

O resultado do teste é divulgado primeiro para o paciente e depois para a Secretaria Municipal de Saúde para ser disponibilizado no sistema de notificação do vírus no Tocantins.

Conteúdo, TV Anhanguera.


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