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É oficial! Finalmente o governo federal definiu qual será o valor das parcelas estendidas do benefício concedido durante a pandemia. Assim, foi decidido que serão pagas mais duas parcelas de R$ 300 do Auxílio Emergencial. A informação, segundo reporta o jornal O Globo, foi confirmada por fontes da equipe econômica. Além disso, estima-se que a extensão do programa custará R$ 51 bilhões aos cofres públicos.

Ainda hoje, 8 de junho, é esperada a divulgação do cronograma de pagamentos da terceira parcela do Auxílio Emergencial. A terceira parcela do benefício segue com o valor de R$ 600, conforme definido anteriormente. Segundo técnicos do Ministério da Cidadania, o calendário será semelhante ao da segunda parcela.

Para estender o programa, o governo terá que modificar a lei que instituiu o Auxílio Emergencial. Isso porque o texto prevê o valor e número de parcelas do benefício. O modelo atual do auxílio é resultado de uma série de negociações entre o Executivo e o Legislativo.

Inicialmente, a equipe econômica do Governo Federal sugeriu pagar três parcelas de apenas R$ 200, com base no valor médio pago a beneficiários do Bolsa Família. Entretanto, parlamentares elevaram a proposta para R$ 500 e, no fim, o presidente Jair Bolsonaro acabou propondo a versão final de R$ 600.

No início da semana passada, ainda estava incerto se a prorrogação seria de duas parcelas de R$ 300 ou três parcelas de R$ 200. Segundo o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, com isso, o gasto total com o programa alcançará R$ 203 bilhões.

A escolha de pagar mais duas parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial feita pelo presidente Jair Bolsonaro foi definida após diversas reuniões com a equipe econômica e o Ministro da Economia, Paulo Guedes.


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