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Nesta quinta-feira, 2, um idoso de 64 anos, morador da região sul de Palmas, recebeu em casa o atendimento dos papiloscopistas do Instituto de Identificação, órgão vinculado à Superintendência da Polícia Científica da Secretaria de Estado da Segurança Pública.

O senhor, que é tetraplégico, possui fortes dificuldades de locomoção, com um agravante – o medo. Seu cuidador formal, pessoa que realizou o pedido de atendimento a domicílio e deu o suporte à equipe do Instituto, relatou que seu assistido estava há 40 anos com o mesmo documento de identidade e precisava fazer um novo. O idoso ficou extremamente grato pela disponibilidade dos papiloscopistas do Instituto de Identificação terem feito a coleta de suas digitais em sua casa.

Os papiloscopistas do Instituto de Identificação seguiram todas as normas prevenção ao Coronavírus, fazendo o uso de máscaras, luvas, álcool em gel e mantendo a distância recomendada. Para eles, além de cumprirem com o papel social, foi um atendimento gratificante.

A diretora de Papiloscopia, Naídes César Silva, ressaltou a importância de identificar as necessidades da sociedade para buscar maneiras viáveis e, dessa forma, possibilitar que todos exerçam seus direitos de cidadania.

Naídes César explicou que o atendimento domiciliar pode ser solicitado em casos em que mobilidade física seja bastante reduzida, tornando difícil o transporte do cidadão até o Instituto de Identificação ou para alguns dos seus núcleos de atendimento. Neste caso, o tutor ou a pessoa responsável pelo cidadão que tenha mobilidade reduzida, deve fazer o pedido pessoalmente à chefia de atendimento do Instituto, localizada na sede do órgão, em Palmas, elencando os motivos. Já no interior, o responsável deverá remeter o pedido ao chefe do Núcleo de Atendimento da cidade.


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