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Nesta segunda-feira (16/11), se encerra o prazo de contestação para quem teve o auxílio emergencial cancelado por indícios de irregularidades.

São casos que tiveram os repasses suspensos porque a Controladoria-Geral da União (CGU) e os tribunais de contas cruzaram as informações dos beneficiários com outras bases de dados e encontraram situações incompatíveis com os requisitos exigidos.

A CGU apontou que 680 mil servidores públicos federais, estaduais e municipais receberam R$ 981 milhões indevidamente do auxílio emergencial. Já o Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que o benefício foi pago a mortos e grandes empresários.


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