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Nesta segunda-feira (9), o Ministério da Cidadania encerra o prazo de contestação para aqueles que tiveram a extensão do auxílio emergencial de R$ 300 negado. O pedido para revirem a decisão deverá ser feito no site da Dataprev.

A ação é voltada para os cidadãos que receberam o auxílio emergencial de R$ 600, mas que foram considerados inelegíveis e, portanto, não receberam nenhuma parcela da extensão de R$ 300 do benefício residual.

Nesta quarta-feira (11/11), o governo fecha o prazo de contestação para cidadãos que receberam ao menos uma parcela de R$ 300 e que, após a revisão do sistema de banco de dados, tiveram o benefício cancelado.

Por sua vez, beneficiários do programa Bolsa Família que foram cortados do pagamento da extensão do auxílio emergencial poderão contestar a negativa do governo a partir do próximo dia 22 de novembro.

Em qualquer situação, para realizar o pedido de contestação da extensão do auxílio negado não é necessário se dirigir a nenhuma agência da Caixa Econômica Federal, lotérica ou posto de atendimento do Cadastro Único.

O governo abriu, na última sexta-feira (6/11), o prazo de contestação para quem teve o auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 cancelado devido a indícios de irregularidades identificados pelos órgãos de controle – Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU). Neste caso, o período se encerra no próximo dia 16 de novembro.

Para contestar, é preciso acessar o site da Dataprev. Será preciso informar CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento. A plataforma vai mostrar o motivo da negativa, além da opção para fazer a contestação.

O governo vai fechar o prazo de contestação do auxílio emergencial extensão antes mesmo que milhares de beneficiários saibam se vão ou não receber as novas parcelas de R$ 300 — e, portanto, tenham informação suficiente para decidir se devem ou não reclamar.

Isso porque a pessoa poderá conferir se vai receber as novas cotas de R$ 300 somente após o recebimento da quinta parcela de R$ 600 — até o momento, cerca de 8,1 milhões de pessoas só receberam até a quarta parcela.

Essa dúvida paira na mente de quem recebeu a primeira parcela do auxílio emergencial após junho. Por outro lado, cerca de 51,4 milhões de pessoas já ganharam a última cota de R$ 600.

A situação se agrava uma vez que o governo informou que cerca de 5,7 milhões de pessoas que recebem, ou receberam, o auxílio emergencial de R$ 600 foram bloqueadas e não vão ganhar o benefício residual de R$ 300.


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