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Violência

Mulher agredida em Taquaralto: Mãe da vítima registra fuga da filha com o agressor; saiba mais

Moradora do bairro Santa Bárbara procurou ajuda policial após ver postagem bíblica da filha, de 19 anos, e ter recebido dela, sem pedir, o localizador apontando a cidade de Maringá, no Paraná

21/06/2019 13h46Atualizado há 4 semanas
Por: Redação Sou de Palmas - A sua fonte de notícias!
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Uma moradora de 39 anos, do bairro Santa Bárbara, sul da Capital, procurou a Central de Atendimento Sul, da Polícia Civil em Palmas, na manhã desta sexta-feira, 21, para registrar que é mãe da mulher que aparece sendo agredida com golpes de capacete por um homem, na Avenida Tocantins, em Taquaralto, e que a filha, de 19 anos, estaria no Paraná, na companhia do suposto agressor, identificado como Fabrício Jackson Rosa Santos, de 45 anos.

 No vídeo da agressão com capacete, o homem parece discutir com duas mulheres e após seguir uma delas por alguns metros, no meio da avenida, ele a ataca com um golpe de capacete na cabeça. A mulher vai atrás do homem e é atacada outra vez.

 O vídeo da agressão viralizou desde o dia 15 de junho, e levou a mãe a ligar para filha nesta quinta-feira, 20, quando soube que ela estaria no Paraná. A mulher declarou que perguntou para a filha sobre a agressão e ouviu dela que teria sido "apenas uma briga de casal". A filha disse ainda que teria ido para o Paraná com Fabrício por vontade própria e que o amava, mas a mãe não se convenceu. Segundo a mãe, a filha é uma pessoa de bem e ela não iria "para outro estado por vontade própria após ter sofrido a violenta agressão de Fabrício".

 Ela revelou uma postagem da filha com uma frase bíblica nas redes sociais, mas afirma que a filha não é religiosa. "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto", é a mensagem, que a mãe interpreta como um sinal de que a filha não está bem.

 Também disse à polícia que sem ter pedido, a filha enviou um localizador de onde ela e Fabrício estavam indicando a cidade de Maringá (PR). Para mãe, o envio do localizar é um pedido de socorro da filha, por isso procurou ajuda policial.

 Para a mãe, Fabrício se mudou para Maringá após ameaças de membros de facções. Nas declarações, ela também afirma que há alguns dias, antes das agressões com o capacete, a filha havia registrado outra agressão contra Fabrício, com quem estaria namorando há mais de ano. (Com informações: Lailton Costa, Jornal do Tocantins)

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