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Suspeitos de fazer parte de uma organização criminosa acusada de caça e comércio de animais silvestres no estado estão sendo investigados pela Polícia Federal em uma operação desencadeada para prender suspeitos em Minas Gerais na manhã desta quinta-feira (13). Os animais eram capturados e depois comercializados e levados em gaiolas para serem revendidos.

As investigações sobre o crime ambiental começaram em 2018, depois de quase 80 pássaros serem apreendidos em Cariri do Tocantins. Na época a PRF informou que animais estavam avaliados em R$ 860 mil, caso fossem vendidos ao mercado negro.

Segundo a PF, a operação Araracanga busca cumprir dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão nos municípios de Contagem, Ribeirão das Neves e João Pinheiro, em Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Gurupi, no sul do Tocantins, e cerca de 20 policiais participam da ação.

Segundo a PF, a organização criminosa é responsável por capturar e vender grandes quantidades de animais silvestres no Tocantins, Bahia e Pará. Eles ainda são transportados às grandes cidades para serem revendidos. A polícia informou que Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) são alguns dos destinos.

Os investigados devem responder pelos crimes de caça ilegal, receptação e organização criminosa. Se condenados, as penas podem chegar a 16 anos de prisão.


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