Por meio das redes sociais, o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), manifestou-se na manhã desta quinta-feira (23) sobre a Operação Carta Marcada, deflagrada pela Polícia Federal na última terça-feira, com o objetivo de desarticular esquema criminoso montado por agentes políticos, funcionários públicos e empresários durante a gestão do ex-gestor.

Visivelmente indignado, Amastha pediu perdão aos ex-secretários presos durante a Operação e fez uma imposição à Controladoria-Geral da União (CGU). ”Eu tou exigindo que o ‘tal’ do superintendente da CGU vir a público, assim como foi em rede nacional ao envergonhar a nossa cidade, falando de 15 milhões de desvio, na segunda-feira, na minha frente, ele vai explicar onde ele achou esses 15 milhões”, afirmou.

ALVOS DA OPERAÇÃO

A decisão do juiz João Paulo Abe autorizou mandado de busca e apreensão em endereços ligados aos ex-prefeito Carlos Amastha e a prisão temporária de Adir Cardoso Gentil (ex-secretário de Planejamento e Gestão), Christian Zini Amorim (ex-secretário de Infraestrutura), Cláudio De Araujo Schuller (ex-secretário de Finanças), Marco Zacaner Gil (empresário), Luciano Valadares Rosa (empresário), Carlo Raniere Soares Mendonça (empresário), Cleide Brandão Alvarenga (ex-secretária de Desenvolvimento Econômico) e José Emílio Houat (empresário).

Outras pessoas ligadas ao núcleo tiveram a prisão temporária solicitada mas o pedido foi negado pelo juiz, são eles: Públio Borges Alves (ex-procurador do Município), Otoniel Andrade Costa (ex-prefeito de Porto Nacional), Douglas Resende (ex-pregoeiro), Luiz Carlos Alves Teixeira (ex-secretário de saúde e infraestrutura) e Berenice de Fátima Barbosa de Castro Freitas (ex-secretária de Educação).


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