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Após presos e agentes prisionais serem diagnosticados com coronavírus, unidades prisionais de quatro cidades do Tocantins tiveram visitas e atendimentos jurídicos presenciais suspensos. Segundo a Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju), o prazo para quarentena é de 15 dias, podendo ser estendido.

A suspensão ocorre duas semanas após o Governo do Estado anunciar a liberação das visitas nos presídios do Tocantins.

Os novos casos foram confirmados na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas, na CPP de Araguaína e nas Unidades Penais de Dianópolis e Colinas do Tocantins.

Na capital, cinco servidores foram diagnosticados com a doença e precisaram ser afastados do trabalho. Já na CPP de Araguaína, três detentos estão em tratamento e foram isolados dos demais presidiários. Nas outras duas unidades há dois casos que também estão em isolamento e recebendo os cuidados médicos.

A Seciju afirma que todos os detentos e funcionários estão sendo monitorados e que após 15 dias haverá reavaliação médica até que o ciclo da doença seja interrompido. A pasta diz que “as medidas se fazem necessárias para que a saúde dos servidores, pessoas privadas de liberdade, advogados e familiares seja preservada”.

Os presos que cumprem pena em uma das quatro unidades podem continuar falando com os familiares através de ligações telefônicas e vídeochamadas.

A Secretaria disse ainda que em todos os outros presídios as visitas e atendimentos presenciais podem ocorrer desde seja feito um agendamento. Para visitar detentos que cumprem pena na CPP de Palmas o pedido pode ser feito pela internet. Saiba como.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, os detentos ficaram quase oito meses sem receber visitas. O retorno em todos os presídios foi anunciado no início do mês e para evitar o contágio da Covid-19, algumas regras devem ser seguidas.

 


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